quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Queimar pedidos de orações vem de religiões pagãs.

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Inicialmente veja abaixo parte de uma resposta a uma solicitação que efetivei ao orgão máximo da SEICHO-NO-IE do Brasil, através do site: www.sni.org.br.
“Dentre nossas práticas, existe a Purificação da Mente, onde a pessoa escreve num papel suas mágoas, ressentimentos, pensamentos negativos, transferindo para o papel toda a intensidade das vibrações negativas desses sentimentos. Este papel é incinerado, ao mesmo tempo em que é feita a leitura da Sutra Sagrada Chuva de Néctar da Verdade. Desta forma, as vibrações negativas são eliminadas. Existe também a Grande Purificação - Ooharai, onde eliminamos as vibrações negativas emanadas pelo nosso corpo, passando uma forma humana de papel pela nossa pele, mentalizando que os pensamentos e sentimentos negativos estão sendo eliminados. Em cerimônia, estes papéis são incinerados, purificando as pessoas que dela participam”.
No satânismo também tem a mesma prática:
Anton LaVey, Considerado o maior satanista do século XX, - apesar de que outros foram bem piores do que ele, tanto no século passado e principalmente neste presente século XXI - fundou a Igreja de Satã no ano de 1966 nos EUA, considerada a primeira organização religiosa abertamente satânica.
Escreveu o livro “A Bíblia Satânica”, e sempre declarou claramente ser adorador de Satanás.
A queima de pedidos de oração adotada no catolicismo, na maçonaria, em muitas igrejas evangélicas e em outras religiões, está bem descrita neste livro e é prática comum nesta igreja, tendo sua origem em rituais deste tipo.
No Brasil uma das primeiras igrejas a adotar a tal fogueira ''santa'' quem vem das religiões pagãs, foi a IURD.

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